Coronavírus: risco invisível gera alerta global

A comunidade global tem convivido no último mês com o rápido crescimento do coronavírus (CoV), causador de infecções respiratórias, tanto em seres humanos, como em animais. Até o momento, a China detém a maior concentração de pessoas infectadas, com 4,5 mil casos registrados. São 106 mortes detectadas até o momento.  O vírus já foi confirmado em 15 países de quatro continentes.

No Brasil, o Ministério da Saúde elevou, neste terça-feira (28), a classificação de risco no país para nível 2, que significa “perigo iminente”.  A escala faz parte de um protocolo que vai até 3 (emergência em saúde pública). No entanto, só se chega a este nível quando são constatados casos de contágio no território nacional. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) corrigiu, na última segunda-feira (27), a avaliação do risco de contágio do coronavírus, considerado elevado para o nível internacional. Antes, a entidade havia classificado o vírus como moderado por “erro de formulação”.

O vírus circula entre animais, de animais para humanos e de humanos para humanos. É transmitido por vias aéreas, no contato com secreções e objetos contaminados. Os sintomas provocados pelo vírus são febre alta, tosse, dores musculares, falta de ar, secreção na garganta, líquido nos pulmões, que caracterizam pneumonia viral, e diarreia. Ainda não existe vacina nem medicamento específico para o tratamento.

Embora ainda não se tenha um conhecimento científico sobre o coronavirus, é certo que a população recorra a medidas que contribuam com a diminuição de riscos. Além de lavar as mãos, dentro de ambientes fechados, seja em casa ou no trabalho, a qualidade do ar é fator fundamental para evitar a proliferação deste vírus, além de outros fungos e bactérias que podem comprometer a saúde.

A Ecoquest sempre se preocupou com a saúde e o bem estar das pessoas. Ao longo dos anos, se especializou em promover soluções que privilegiam a vida, com a função de eliminar agentes microbiológicos, agentes químicos, odores, entre outros poluentes do ar indoor. Na crise da gripe aviária, em 2006, a tecnologia IRC da Ecoquest apresentou resultados na inativação do vírus e foi amplamente utilizada em prédios com grandes circulação de pessoas como nos aeroportos. Já em 2009, na crise da gripe suína, foi produzido novo estudo científico preliminar demonstrando a inativação do vírus em poucas horas. Hospitais nos EUA e no Brasil adotaram a tecnologia nos prontos atendimentos e gripários para prevenir o contágio. Em um momento como este, é fundamental lançarmos mão de todas as tecnologias que possam contribuir para neutralizar qualquer tipo de ameaça do vírus à população brasileira. Vale ressaltar que, em relação ao coronavírus, ainda não há evidência científica que atesta a eficácia de qualquer tipo de equipamento, tecnologia, na neutralização do vírus.

A Ecoquest, que atua há 14 anos no mercado brasileiro e sul americano, é a única empresa no país autorizada a trabalhar uma tecnologia legitimamente desenvolvida e reconhecida pela NASA, por meio do selo Space Certificate, acompanha com preocupação todos os desdobramento em relação ao coronavírus, no Brasil. De acordo com Henrique Cury, Diretor da Ecoquest e membro atuante do Qualindoor, Departamento Nacional de Qualidade do Ar Interno da ABRAVA, a empresa sempre se preocupou com a saúde e o bem estar das pessoas. Ao longo dos anos, a Ecoquest se especializou em promover soluções que privilegiam a vida, com a função de eliminar agentes microbiológicos, agentes químicos, odores, entre outros poluentes do ar indoor. “Em um momento como este, é fundamental lançarmos mão de todas as tecnologias que possam contribuir para neutralizar qualquer tipo de ameaça do vírus à população brasileira”, afirma o executivo.