Comprovada a eficácia da Ionização Radio Catalítica contra o Sars-Cov 2

Após testes intensivos que vinham sendo realizados desde junho, a eficácia da tecnologia IRC na inativação do vírus Sars Cov 2 foi finalmente comprovada.

Os testes foram realizados nos EUA pelo laboratório MRI Global, validado pelo FDA e seguindo os protocolos por ele recomendados (ver anexo).

Foi demonstrado que a Ionização Rádio Catalítica é capaz de inativar 98% da carga viral de Sars Cov 2 presente no ar em pouco mais de 3 horas.

A pandemia do coronavírus 2 (SARS-CoV-2) devastou os sistemas de saúde pública e as economias globais, com mais de 45 milhões de pessoas infectadas, milhões de empregos e negócios perdidos e mais de 1 milhão de mortes registradas até o momento. 

O contato com superfícies contaminadas com gotículas geradas por pessoas infectadas ao exalar, falar, tossir e espirrar é o principal fator de transmissão da SARS-CoV-2, com o vírus sendo capaz de sobreviver nas superfícies por longos períodos de tempo.

Além disso, as microgotículas contaminadas que ficam em suspensão no ar são um problema para os ambientes climatizados pois entram em circulação através do sistema de ar condicionado, que por sua vez espalham o vírus por todo o local, expondo um número muito maior de pessoas.

Para interromper essas cadeias de transmissão, há uma necessidade urgente de dispositivos que possam ser implantados para inativar o vírus tanto em suspensão quanto em superfícies contaminadas.

Nesse sentido a Ionização Rádio Catalítica se mostra como uma das ferramentas mais completas no combate ao coronavírus.

Em comparação com as tecnologias de filtro convencionais, que absorvem as partículas para acumulá-las em um tecido, a tecnologia IRC destrói os vírus, bactérias e demais contaminantes presentes no ar ativamente, de forma totalmente natural e sem deixar resíduos prejudiciais. 

Outra vantagem da ionização rádio catalítica é que ela tem uma vida útil extremamente longa e pode promover uma economia de até 40% com ar condicionado.