Como garantir mais segurança microbiológica dentro das salas de cinema?

Cinemas são ambientes que pedem atenção redobrada em termos de qualidade do ar. Afinal, o espaço é utilizado por diversas pessoas ao mesmo tempo, que passam cerca de duas horas respirando o mesmo ar. 

Além do ambiente ser escuro e quase que hermeticamente fechado, a presença de tecidos, carpetes e materiais para absorção do ruído contribui para a proliferação de fungos e bactérias, dando origem a focos de mofo e disseminando microorganismos nocivos à saúde. 

A questão da qualidade do ar se torna mais relevante ainda quando pensamos na transmissão do coronavírus. Não à toa, os cinemas foram um dos últimos estabelecimentos comerciais a serem liberados para funcionamento durante a pandemia. 

Mas afinal, não há formas de tornar o cinema um ambiente mais seguro? Quais medidas esses locais deveriam tomar para proteger os clientes de eventuais contaminações? 

Além dos protocolos básicos como limpeza constante dos pontos de contato, exigência de uso de máscara, distanciamento e disponibilização de álcool gel, outras medidas de segurança deveriam ser seriamente consideradas, tais como:  

  • Restrição no consumo de alguns alimentos durante a sessão 
  • Uso de máscara durante a sessão 
  • Uso de Luz UV germicida no sistema de ar-condicionado 
  • Uso de tecnologia ativa de sanitização do ar 

Hoje, sabe-se que o coronavírus se espalha por meio de gotículas que são emitidas quando as pessoas falam, riem, cantam, tossem ou espirram. Ou seja, se espalha por micro gotículas de saliva. O consumo de alimentos como a pipoca, por exemplo, propicia com que rastros de saliva se transfiram para as mãos da pessoa, e das mãos para outras superfícies.  

Diante da falta de exigência do uso de máscara durante a sessão (na cidade de São Paulo), espirros e tosses dentro da sala permitem que o vírus se espalhe no ambiente sem qualquer dificuldade. Contar com a segurança que algumas tecnologias de sanitização do ar proporcionam é realmente tranquilizador nessa hora. 

A Irradiação Ultravioleta Germicida (IUVG) elimina o vírus dos sistemas de condicionamento de ar por meio de uma luz UV instalada na serpentina do aparelho. Quando o vírus alcança o sistema de filtragem do ar, é automaticamente inativado, impedindo que seja novamente posto em circulação no ambiente. A solução garante eficácia de 99,9% na descontaminação. 

Já a tecnologia ActivePure age de maneira ativa, indo de encontro ao vírus assim que ele é liberado no ar. Não é necessário que o vírus transite pelo ambiente até chegar aos tubos de ventilação. Testes realizados em laboratórios militares nos EUA comprovaram que esta tecnologia é capaz de eliminar 98,9% do Sars Cov 2 em tempo recorde de 3 minutos. 

Juntas, essas tecnologias de sanitização do ar garantem um ar interior de qualidade excepcional, o que se traduz em uma alta segurança microbiológica do ambiente. Em tempos de pandemia e constante mutações do vírus Sars Cov 2, isso não é menos que necessário.