Tecnologia IRC volta a ser notícia na Internet

O site Brasil Fashion News, em sua editoria de Saúde, destacou a capacidade da solução IRC de eliminar micro-organismos. Problema de ordem mundial, a gripe suína (H1N1) tem matado muitas pessoas no Brasil, a maioria crianças e idosos. Por ser um vírus mutante, combatê-lo é difícil e a vacina existente precisa ser atualizada ano a ano para ter efeito. Entre as dicas de prevenção estão lavar as mãos constantemente, vacinar-se e evitar ambientes fechados com circulação de muita gente. Este último conselho é o mais difícil de cumprir porque a edificação em questão pode ser o local de trabalho ou de um tratamento médico, por exemplo. Como não frequentá-lo? Neste caso, a solução é a implantação do sistema de purificação IRC (Ionização Rádio Catalítica) nos aparelhos de ar condicionado central dos prédios.

Esta tecnologia é oferecida com exclusividade no Brasil pela empresa Ecoquest. Desenvolvida e patenteada pela Nasa, a agência espacial Americana, a solução IRC é usada para garantir a qualidade do ar interno nas naves e estações espaciais. Estudo realizado pela Universidade do Kansas (EUA) aponta que após seis horas de funcionamento, o vírus H1N1, já não podia mais ser detectado no ambiente pesquisado pela instituição.

A grande sacada da Nasa foi agregar tecnologias diferentes em um só sistema. Sendo assim, a luz ultravioleta germicida reage com água e a umidade ambiental, gerando espécies ativas de depuração sanitária no ar, baseadas no oxigênio e no hidrogênio, capazes de destruir o vírus da gripe entre outros micro-organismos (bactérias, fungos, etc). A vantagem é que esse sistema de depuração é ecológico, natural e não oferece risco algum para a saúde humana, de animais ou mesmo de plantas.

“A reação química que ocorre no interior do aparelho produz o peróxido de hidrogênio, que tem a capacidade de oxidar os receptores nos vírus, tornando-os inócuos à saúde humana. Os estudos da universidade do Kansas apontam maior eficácia da solução em relação aos métodos tradicionais de controle do ambiente interno, que não são capazes de eliminar totalmente o H1N1”, explica Frederico Monteiro Paranhos, diretor da Ecoquest.

20190626BrasilFashionNews

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