Ecoquest participa de congresso chileno sobre qualidade do ar em hospitais

Henrique Cury, diretor da Ecoquest e membro atuante do Qualindoor, Departamento Nacional de Qualidade do Ar Interno da ABRAVA (Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento), integra comissão que estipulará parâmetros para controle da qualidade do ar hospitalar durante Congresso Ibero-americano de Ar Condicionado e Refrigeração. Veja abaixo a informação completa sobre o evento.

O especialista em qualidade do ar indoor, Henrique Cury, representará o Brasil no 15º Congresso Ibero-americano de Ar Condicionado e Refrigeração (CIAR), entre os dias 8 e 10 de maio, no Sheraton Santiago Hotel & Convention Center, em Santiago, no Chile. Cury é membro atuante do Qualindoor, Departamento Nacional de Qualidade do Ar Interno da Associação Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Ventilação e Aquecimento (ABRAVA) e diretor da EcoQuest do Brasil. Durante o evento, será discutida a nova norma ibero-americana de qualidade do ar em hospitais, entre outros temas.

Cury foi um dos redatores da norma que regula a qualidade do ar interno em edificações. Aprovada em janeiro deste ano, durante congresso nos Estados Unidos, a regra foi adotada pelos países ibero-americanos membros da FAIAR – Federación de Asociaciones Ibero-americanas de Aire Condicionado Y Refrigeración. Faltava, porém, uma normatização específica para centros médico-hospitalares, que será elaborada durante o CIAR. O especialista brasileiro integra a comissão que fará esse trabalho junto com representantes da Espanha (Paulino Pastor) e da Colômbia (Roberto Danestra).

A atualização da norma é de extrema importância para a correta descontaminação do ar e consequente redução de casos de infecção hospitalar. No início de abril um hospital nos Estados Unidos teve de fechar uma ala inteira por conta de contaminação pelo fungo Candida auris, responsável por casos de infecção hospitalar, em vários lugares do mundo. Casos como esse poderão ser evitados com a criação de regras e de procedimentos mais rígidos.

“Qualquer esforço dedicado a controlar a qualidade do ar interno trará enormes benefícios, como a diminuição de infecções nosocomiais em ambientes hospitalares. Porém, a atividade exercida no interior dos centros de saúde exige regras mais rígidas do que às já definidas pela FAIAR para as demais edificações”, destaca o especialista.

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