O que a qualidade do ar tem a ver com a saúde do seu alimento?

São os alimentos que fornecem boa parte das substâncias necessárias para nos mantermos vivos e saudáveis. Agora, imagine comprá-los e consumi-los já contaminados? Pois é, esse problema é mais comum do que pensamos. Quando o alimento apresenta manchas, odores ou mudança de cor, ainda é possível identificar a contaminação. O problema é quando a aparência não se altera e você só percebe que não estava bom para o consumo quando começa a sentir os efeitos. Infelizmente alguns alimentos, quando intoxicados, não apresentam alterações, dificultando o discernimento na hora de compra-los ou ingeri-los.

Júlia passou a vida ouvindo as histórias de sua avó. Vinda da roça, sempre ilustrou para seus netos o quanto é bom consumir o alimento fresco e como é preciso ter cuidado com eles, passou de geração em geração receitas para lavar bem legumes e verduras, e como manusear a carne. Júlia achava tudo aqui um exagero da vovó.

Depois de muitos anos desempregada, Júlia conseguiu uma vaga na indústria alimentícia, no setor de processamento de alimentos. Parece aquele ditado popular “santo de casa não faz milagre” se fez valer. Finalmente ela entenderia tudo o que sua vó contava durante sua infância.

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A empresa onde a jovem trabalhava era uma das maiores de sua cidade, e tinha uma preocupação imensa com a qualidade dos produtos que fornecia. Todo o ambiente de trabalho era gerenciado e focado na qualidade do ar interno e nos desafios de eliminar as ameaças representadas por bactérias, vírus, esporos de mofo e infecção por superbactérias. Além disso, a manutenção de padrões de qualidade, que são continuamente crescentes, o aumento da vida útil dos produtos na prateleira, a redução de desperdício e a eficiência operacional.

Desde a sua construção, os engenheiros e arquitetos responsáveis pela obra implantaram um sistema que oferece eficiência da limpeza do ar em ambientes fechados e geração de segurança, higiene e qualidade de vida para os usuários. Julia começou a entender como tudo que sua avó dizia fazia sentido, mesmo que em contextos diferentes.  Resolveu conversar com colegas de trabalho do setor de qualidade para entender como tudo isso funciona.

Descobriu que a tecnologia empregada para qualidade do ar interno foi a de purificação. Livre de produtos químicos imita os processos da própria natureza de limpeza e remove os odores e as ameaças biológicas do ar e superfícies. As indústrias de preparação de carne e as de processamento de leite já se beneficiam da dessa tecnologia, que garante inativação de micro-organismos, quebra de COV’s, amônia, dióxido de enxofre e neutralização de odores. São tecnologias ATIVAS de tratamento do ar que vão até o foco da contaminação, formação de gases e microorganismos, e os eliminam.

corteTambém pôde avaliar e constatar que a exposição dos alimentos a bactérias e germes, a limpeza, saúde e segurança no ambiente de manuseio de alimentos sempre foi outra preocupação da empresa. Desta forma soluções de limpeza da superfície e dos objetos presentes no local também são aplicadas.

Julia se tornou uma apaixonada por assuntos sustentáveis, principalmente relacionados à qualidade do ar. Ela não trabalha mais na empresa do ramo alimentício. Virou especialista e hoje ela é parceira e representante da empresa que forneceu as soluções para seu antigo empregador.

Essa é uma história fictícia, mas baseada em relatos reais da EcoQuest do Brasil, seus clientes e parceiros. Julia é apenas um personagem para ilustrar a busca pelo conhecimento e melhor qualidade do ar.

 

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