Barreiras de acrílico evitam a disseminação de covid-19?

barreira de acrilico

Um dos grandes legados da pandemia de COVID-19 foi a ampla utilização de barreiras de acrílico, também conhecidas como plexiglass, dentro de empresas, aeroportos, edifícios governamentais e todo tipo de ambiente interno.

A Bloomberg relatou que as vendas do material triplicaram durante a pandemia, atingindo cerca de US $ 750 milhões.

O único problema, entretanto, é que é difícil encontrar evidências de que os quilômetros de barreiras criadas impediram efetivamente a transmissão do COVID-19.

No início da pandemia, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC) disseram que o coronavírus estava se espalhando em superfícies e por meio de gotículas expelidas por pessoas num raio próximo – o que as barreiras de plexiglass foram projetadas para capturar. 

Foi somente este ano que o CDC americano reconheceu que o Sars-Cov 2 também poderia ser transmitido pelo ar a distâncias superiores a 2 metros.

Howard A. Stone, professor de Engenharia Mecânica e Aeroespacial na Universidade de Princeton, trabalhou com a Met Orchestra de Nova York em dezembro de 2020 para estudar como a respiração de um cantor – capturada com uma câmera infravermelha – se afasta do corpo.

Sua equipe usou um vaporizador para examinar como uma barreira de plexiglass poderia proteger alguém do outro lado – e os resultados foram mistos.

“Do meu ponto de vista, se você está do outro lado da barreira de alguém, você está parcialmente protegido porque o movimento do ar é interrompido pela barreira”, disse ele ao site NJ.com. “Mas, mesmo assim, o ar pode contornar.”

Stone apontou que o ar que passou por trás da barreira foi misturado, sugerindo que o plexiglass pode ajudar a diluir o ar contaminado por vírus.

“Por outro lado, se você está dentro de uma dessas barreiras com alguém, e por acaso essa pessoa está infectada e você não sabe disso, você fica ainda mais exposto a uma concentração maior de vírus, pois o ar barrado não se mistura tão bem com o ambiente”, disse Stone.

Ou seja, essas barreiras podem estar prendendo o vírus contra o qual foram projetadas, impedindo que ele se dissipe.

Melhores recursos

Um estudo publicado pelo CDC americano examinando a eficácia das ferramentas para combater o COVID-19 em escolas primárias da Geórgia descobriu que a ventilação e o uso adequado de máscaras, em vez de barreiras, ajudaram a prevenir a propagação do vírus.

Segundo o comunicado, é essencial que os gestores de facilities atentem para:

-a renovação de ar

-a melhora da filtragem do ar

o uso de purificadores

–o uso de lâmpadas UV-C

As novas tecnologias de purificação de ar, como a Luz UV-C e a Ionização Rádio Catalítica, garantem uma proteção real contra contaminações, proporcionando maior segurança na ocupação de ambientes internos.

Já utilizada há décadas, a IRC passou por várias atualizações ao longo dos anos, e hoje é possível se beneficiar de uma versão muito mais eficiente e potente: a tecnologia ActivePure, considerada a última geração de tecnologias ativas.

A grande vantagem de ActivePure em relação a uma ventilação e ou filtragem simples é que ela é ativa, ou seja, não espera que o patógeno circule no ambiente até chegar no filtro. Assim, as possibilidades de contaminação dos ocupantes do ambiente interno são mínimas.

ActivePure possui comprovação científica na inativação do Sars Cov 2, vírus causador do Covid-19, funcionando também contra diversos poluentes, bactérias e vírus perigosos, sendo inclusive aprovada pelo FDA para uso em áreas hospitalares que necessitam de um nível extremo de descontaminação, como centros cirúrgicos, por exemplo.

A Ecoquest é distribuidora exclusiva de ActivePure no Brasil. Para saber mais fale conosco.

Fontes:

https://edition.cnn.com/2020/10/13/business/plexiglass-shields-coronavirus/index.html

https://www.bloomberg.com/news/articles/2021-06-08/fortunes-spent-on-plastic-shields-with-no-proof-they-stop-covid

https://www.cdc.gov/mmwr/volumes/70/wr/mm7021e1.htm

https://www.nj.com/coronavirus/2020/12/is-plexiglass-keeping-covid-19-out-new-princeton-study-gives-a-clearer-picture.html